Pague o imposto
No seu banco, como sempre. O Luggom não toca no dinheiro nem pede acesso à sua conta.
Dai a César o que é de César. Pegue o seu LUG.
O Luggom transforma imposto pago de verdade em moeda. Sem terceiros, sem KYC: só a prova criptográfica de que você pagou.
No seu banco, como sempre. O Luggom não toca no dinheiro nem pede acesso à sua conta.
O TLSNotary termina a conexão TLS fora do navegador e revela apenas o comprovante. Sem senha, sem dados pessoais.
O notário assina o comprovante; a rede verifica a assinatura e cunha. Cada comprovante mina uma única vez.
O valor de referência do LUG é a média de três moedas fortes, vezes três, crescendo 10% ao ano. O multiplicador vive no código, fora do alcance da governança.
LUG = ( EUR/USD + GBP/USD + CHF/USD ) / 3 × 3 · +10%/ano
Três fases, cada uma fechando 100%. A fatia do OTC entra na Fase 2, quando a pool abre.
| Componente | Fase 1 | Transição | Fase 2 |
|---|---|---|---|
| Minerador | 30 | 30 | 30 |
| Pre-sale | 35 | – | – |
| OTC LOCKED | – | – | 40 |
| Reserva de staking | 7,5 | 30 | 10 |
| Reserva ATOM | 7,5 | 30 | 10 |
| Fundador | 5 | 5 | 5 |
| Validadores | 3 | 3 | 3 |
| Reserva de governança | 2 | 2 | 2 |
| POOL | 10 | – | – |
| Total | 100 | 100 | 100 |
40% de tudo o que se minera vai para o cofre OTC. Só se compra LUG com BTC, em lotes de 100 mil LUG, ao preço da cesta desse dia.
Só sairia com 87% da governança, para migrar a uma custódia igual ou mais forte — que hoje não existe. Na prática, o BTC morre no endowment. A reserva não defende o preço: elimina a corrida.
O LUG só sai do cofre comprado à cesta, nunca por voto. É uma parede de oferta, não uma caixa para gastar.
Um centro de gravidade e duas reservas. Nenhuma é promessa: as três vivem no código.
Rede Cosmos · ATOM
A referência sobe 10% ao ano, composta desde o ano zero. É o centro de gravidade do LUG: o preço de mercado orbita em volta da cesta, acima e abaixo, sem estar preso a ela.
10% ao ano sobre o saldo, financiados pela fatia da mineração. Não imprime moeda nova nem fura o teto de 7B LUG.
Mais 10% ao ano para quem tranca 100 ATOM, até o teto combinado de 25% ao ano. 100 ATOM, staking a dobrar.
A prova exige um ambiente que o celular não dá de forma honesta. Por isso só o minerador é uma aplicação de desktop — a carteira vive no bolso ou no computador.
App nativa (Tauri). Liga-se ao nó, prova o pagamento e mina. A sua chave nunca sai da máquina.
Saldo, receber, enviar e extrato. Tudo assinado no aparelho, sem servidor pelo meio.
Pessoas que explicam a contribuintes e empresas como pagar o IPTU, o property tax e outros impostos reais e receber LUG — cobrando uma comissão em LUG negociada livremente. O protocolo não fixa nem cobra essa comissão.
Empresas de qualquer setor já pagam imposto. Ao minerar, transformam esse pagamento em LUG — e podem distribuir parte aos funcionários. A pool nativa (AMM) é a saída onde o preço se forma: orbita a cesta, acima e abaixo.
É o imposto que já ia sair, transformado em ativo. O protocolo não toca no dinheiro nem pede acesso à conta.
Parte do LUG minerado pode ir para os funcionários como participação — o valor circula dentro da rede.
A pool nativa dá liquidez ao LUG. O preço orbita a cesta, acima e abaixo, sem chão nem teto impostos pelo protocolo.
Hoje há um banco comprovado de ponta a ponta — o Viacredi, no Brasil. Um banco novo acende quando um membro da comunidade entrega um recibo real sanitizado: confirmamos o campo canônico do rail e todos os clientes daquele banco passam a minerar.
A cesta, o teto, a taxa e o split são constantes compiladas: não há voto que as mude. O que deve evoluir, como a lista de bancos e as entidades, vive nos parâmetros, com regras. A imutabilidade de verdade é o Shamir: guarda o código.
Vamos abrir a rede a validadores e à comunidade. As páginas de download e o guia do validador entram assim que a rede subir.