Pague o imposto
No seu banco, como sempre. O Luggom não toca no dinheiro nem pede acesso à sua conta.
O Luggom é uma blockchain Cosmos SDK com um objetivo único: transformar imposto que você já pagou em moeda que é sua. Sem terceiros, sem KYC e sem promessas. Só uma fórmula imutável e uma prova criptográfica de que o pagamento aconteceu.
Documento de referência · Lugo Vane · projeto anti-censura
Todos os anos você paga imposto. Esse dinheiro sai de você e não volta. O Luggom não devolve o seu dinheiro: transforma o pagamento em moeda que é sua.
O Luggom é uma blockchain Cosmos SDK com um módulo próprio, o x/luggom. A ideia central é simples: paga-se imposto real, prova-se esse pagamento com TLSNotary e minera-se LUG. O protocolo nunca toca no seu dinheiro e nunca pede acesso à sua conta.
Não há terceiros. Não há KYC. Não há um intermediário para aprovar você. O que entra no protocolo não é o seu saldo bancário, é a prova criptográfica de que você pagou.
O projeto é anti-censura por desenho e o fundador é anônimo (Lugo Vane). Em vez de promessas, o Luggom fixa uma fórmula de referência imutável, um teto de oferta e uma reserva em BTC que não é resgatável.
Tudo depende de uma prova. O TLSNotary demonstra que o seu comprovante de pagamento é verdadeiro sem expor a sua sessão bancária.
O notário TLSNotary termina a conexão TLS fora do navegador e revela apenas o comprovante. A sua sessão, a sua senha e os seus dados pessoais nunca são expostos. O que sai é um documento verificável: entidade arrecadadora, valor, data e identificador do comprovante.
No seu banco, como sempre. O Luggom não toca no dinheiro nem pede acesso à sua conta.
O TLSNotary termina a conexão TLS fora do navegador e revela apenas o comprovante. Sem senha, sem dados pessoais.
O notário assina o comprovante, a rede verifica a assinatura e cunha. Cada comprovante minera uma única vez.
O notário extrai e assina a atestação com ECDSA secp256k1. A rede verifica a assinatura antes de cunhar. Sem uma assinatura válida, não existe LUG novo.
Não há KYC, não há entidade para validar a sua identidade e não há terceiros no meio. A única pergunta que o protocolo faz é se o comprovante é autêntico.
O LUG não tem preço fixo nem um peg. Tem uma referência única: a média de três moedas fortes, vezes três, crescendo 10% ao ano.
LUG = ( EUR/USD + GBP/USD + CHF/USD ) / 3 × 3 · +10%/ano
A cesta é a média de EUR/USD, GBP/USD e CHF/USD. Multiplicada por três, dá a referência do LUG. Sobre essa referência incide um crescimento de 10% ao ano, composto, contado desde o ano zero.
O multiplicador e a taxa de crescimento são constantes compiladas. Vivem no código, fora do alcance da governança. Não há voto nem emergência que os mude.
A referência define o preço do OTC e o ritmo da emissão. Não é uma promessa de conversão.
O fator de três e os 10% ao ano vivem compilados. Alterá-los exigiria mudar o binário, não passar uma proposta.
O protocolo não converte LUG em dólares. A cesta é um alvo, não um compromisso de resgate.
O teto é 7B LUG por ano e encolhe 5% ao ano. Cada LUG minerado reparte-se por três fases, e cada fase fecha 100%.
O teto não é um estoque à espera de ser minerado: é o máximo que se pode cunhar num ano. O que não for minerado nesse ano não se guarda para o seguinte — nunca mais poderá ser criado. Exemplo: se no primeiro ano se minerarem 100M LUG, os outros 6,9B simplesmente nunca existirão. A oferta real é o que se minera, não o teto.
A Fase 1 é a pré-venda. A transição começa quando se mineram 10M LUG. A Fase 2 começa quando a pool e o IBC abrem.
| Componente | Fase 1 | Transição | Fase 2 |
|---|---|---|---|
| Minerador | 30 | 30 | 30 |
| Pré-venda | 35 | – | – |
| OTC LOCKED | – | – | 40 |
| Reserva de staking | 7,5 | 30 | 10 |
| Reserva ATOM | 7,5 | 30 | 10 |
| Fundador | 5 | 5 | 5 |
| Validadores | 3 | 3 | 3 |
| Reserva de governança | 2 | 2 | 2 |
| POOL | 10 | – | – |
| Total | 100 | 100 | 100 |
Na Fase 2, a reserva de governança de 2% reparte-se em 0,5% para o notário e 1,5% para o tesouro.
Como a cesta cresce 10% ao ano e o teto encolhe 5% ao ano, a capacidade em dólares cresce cerca de 4,5% ao ano: de cerca de $25,2B no ano zero para cerca de $39,1B no ano 10.
A saturação em número de usuários acompanha a capacidade. A um valor médio de cerca de $3k por usuário, passa de cerca de 8,4M no ano zero para cerca de 13,0M no ano 10.
A pré-venda coloca 3,5M LUG a $0,10, ou seja $350k. O vesting é linear ao longo de 3 meses. Do produto, $100k vão para a pool e $100k para segurança e marketing; a destinação do restante será decidida pela comunidade.
O fundador recebe 5% de tudo o que se minera, sem limite de acumulação. O vesting é um cliff puro de 24 meses, implementado no código: nada sai antes dos 24 meses e, a partir daí, todo o acumulado é liberado e flui diretamente.
As reservas de staking e de ATOM distribuem 10% ao ano sobre o saldo. O rendimento combinado tem um teto de 25% ao ano. A qualificação para a reserva ATOM exige um valor fixo de 100 ATOM.
A taxa de transferência é 0,005 LUG. Criar uma carteira nova custa 0,00000000001 LUG em dust, uma vez por endereço e no máximo 5 por hora por IP.
40% de tudo o que se minera, na Fase 2, vai para o cofre OTC. Não é uma tesouraria: é uma parede de oferta.
O LUG do cofre só se compra com BTC, em lotes mínimos de 100 000 LUG, ao preço da cesta do dia. O BTC nunca é vendido: só sairia com 87% da governança, e apenas para migrar para uma custódia igual ou mais forte do mesmo ativo — que hoje não existe. Na prática, o BTC morre ali no endowment.
O cofre não existe para defender o preço. Existe para retirar LUG do mercado de forma permanente e previsível.
O LUG só sai do cofre quando é comprado à cesta do dia. Nunca por voto, nunca para pagar despesas. É uma parede de oferta, não uma caixa para gastar.
A única moeda aceita é BTC. O lote mínimo é de 100 000 LUG e o preço é sempre o da cesta do dia. O BTC fica imóvel no cofre.
O BTC acumulado é um ativo, não um lastro que se gasta. É a mesma tese da tesouraria em BTC que a MicroStrategy persegue — mas sem a dívida e sem a despesa a pressionar: nada pode forçar a venda de BTC para pagar custos, staking ou credores. Entra BTC e fica. É um cofre de ouro, não uma conta para gastar.
Há três camadas, e a ordem importa. Primeiro o código que não se toca, depois os parâmetros que evoluem e, só no fim, a emergência.
Imutabilidade de verdade não é uma promessa de intenção. É aquilo que o binário recusa executar.
A cesta, o teto de 7B LUG, a taxa de 0,005 LUG, o split de mineração e as regras de venda do OTC são constantes compiladas. A governança não vota sobre elas.
A lista de bancos autorizados, as entidades arrecadadoras e as listas vivem nos parâmetros. A governança pode mudá-las, por exemplo acrescentar ou remover um banco.
Um esquema Shamir 7-de-12 guarda o código. Serve apenas para emergências: não decide política nem muda a moeda.
Os limiares de quórum e de veto da governança estão congelados no código. Quem quiser mudá-los não pode fazê-lo por votação.
Os notários saem de um pool de voluntários entre os validadores, que são no máximo 180. O notariado começa com 1 notário no arranque, passa a 3 (quórum de 2 em 3) e depois a 5 (quórum de 3 em 5). São pagos a partir de 0,5% da reserva de governança, guardada numa conta de módulo separada. O dinheiro dos notários não é votável.
A mainnet só abre com um mínimo de 12 validadores.
A lista de impostos tem um banco comprovado de ponta a ponta — o Viacredi, no Brasil — e uma whitelist pronta a ligar mais. Um banco novo acende quando um membro da comunidade entrega um recibo real sanitizado daquele banco: confirmamos o campo canônico do rail, o rail liga e todos os clientes daquele banco passam a minerar. É um trabalho de evidência, não de código. Os EUA e o Canadá ficam de fora até existir esse campo canônico por rail. O Open Finance, como segundo rail, está desenhado e desligado, e é um entregável da coorte da testnet.
A mineração vive no desktop. A carteira vive no bolso ou no desktop. Cada uma faz o que consegue fazer com honestidade.
A prova exige um ambiente que o celular não garante de forma honesta. Por isso o minerador é uma aplicação de desktop, escrita em Tauri. Liga-se ao nó, prova o pagamento e mina o LUG. A sua chave nunca sai da máquina.
A carteira corre no celular ou no desktop: saldo, receber, enviar e extrato. Tudo assinado no aparelho, sem servidor pelo meio.
Uma aplicação Tauri que prova o pagamento e mina. É aqui que a prova TLSNotary acontece, com acesso à rede e a um nó local ou remoto.
Onde o LUG vive no dia a dia. Assinatura no aparelho e chaves que nunca saem dele.
O identificador de pagamento usa apenas o campo canônico, hoje o E2E do PIX no Brasil. É fail-closed: se o campo canônico não estiver presente, a mineração não acontece.
Os GoldHunters são quem ensina a minerar. Explicam a pessoas e empresas como pagar o IPTU, o property tax e outros impostos reais e receber LUG por isso — e cobram uma comissão em LUG pelo ensino. A comissão é negociada livremente entre o GoldHunter e o contribuinte: como um contador que oferece "minere o seu imposto, eu te ensino, e você me repassa uma parte do que minerar". O protocolo não fixa nem cobra essa comissão — é um acordo entre as partes, pago depois da mineração.
Uma empresa de qualquer setor já paga imposto — pode minerar esse pagamento para receber LUG e distribuir parte aos funcionários. A pool nativa (AMM) é a saída dessa circulação: é ali que o preço de mercado se forma, orbitando a cesta acima e abaixo. Não há um chão que force a venda abaixo da cesta, nem um teto que a prenda — o AMM dá a liquidez para o valor ser descoberto pelo mercado.
Uma moeda honesta diz o que não faz. O LUG não tem peg, não tem buyback e não tem resgate.
A cesta é uma referência de emissão e de preço de OTC, não uma promessa de conversão. O preço de mercado orbita em volta da cesta, acima e abaixo, sem estar preso a ela — como tem de ser num AMM (livre mercado).
O protocolo não compra LUG. Não há ordem de recompra: o preço é o que o mercado define, acima ou abaixo da cesta.
Não há nada a resgatar no protocolo. Sem resgate não há corrida, e um desconto de mercado permanente é possível e sobrevivível.
Com um único notário, quem o comprometer pode minerar até ao teto. A mitigação é o notário distribuído — 3 (2 em 3) e depois 5 (3 em 5) —, planeado para depois da mainnet.
Da testnet à mainnet. Cada passo só começa quando o anterior está terminado.
Binários, genesis, scripts, explorer e dashboard do cofre BTC, num só pacote. Roda com um notário único — o fundador — e abre a validadores e devs convidados.
A divisão do Shamir 7-de-12: quem guarda cada fragmento do código.
O notariado distribuído — 3 (2 em 3) e depois 5 (3 em 5) —, planeado para depois da mainnet. O pool de voluntários entre os validadores, pagos por 0,5% da reserva de governança.
A inclusão de bancos americanos e canadenses para a mineração.
Quem serão os validadores que abrem a rede.
A rede aberta a todos, ainda sem valor real.
Só abre com um mínimo de 12 validadores.
Os termos que esta página usa, em linguagem simples.
A rede pública corre luggom-test. O próximo marco é a mainnet, que só abre com um mínimo de 12 validadores.